Seja bem-vindo(a) a uma jornada de crescimento pessoal e conexão familiar, onde cada passo é um avanço em direção uma vida mais equilibrada e satisfatória.
Atendimento
Presencial – Localidade física em Campinas
On-line – Qualquer território.
Disponibilidade
Segunda à Sexta – 8:00 às 18:00
Sábados – 08:00 às 12:00
É um espaço seguro onde o paciente, com o auxílio do psicoterapeuta, explora pensamentos, emoções e comportamentos para promover autoconhecimento e bem-estar emocional.
É um espaço seguro oferecido para que os parceiros aprimorem a comunicação, resolvam conflitos e se reconectem emocionalmente. Com minha orientação profissional, o casal desenvolve estratégias saudáveis para superar desafios e fortalecer o relacionamento de forma mais harmoniosa.
São espaços acolhedores onde pessoas com experiências ou desafios similares se reúnem, mediadas por um profissional, para compartilhar vivências, refletir sobre suas questões e desenvolver habilidades emocionais.
Oferece suporte emocional e psicológico, com atendimentos individuais para pais e grupos de apoio. O foco é compartilhar experiências e desenvolver estratégias de cuidado, fortalecendo a rede de apoio e promovendo um ambiente acolhedor para todos os membros da família.
O plantão psicológico acolhe demandas urgentes dos colaboradores, promovendo a saúde mental e atuando na prevenção de estresse e burnout. Isso beneficia tanto os colaboradores, que conseguem desempenhar suas atividades de forma eficaz, quanto a empresa, que reduz afastamentos e diminui o turnover.
Palestras na área da psicologia para universidades, organizações e grupos com demandas específicas. Essas palestras visam promover conhecimento e conscientização nas temáticas da saúde mental, bem estar e qualidade de vida.
Sou psicóloga e neuropsicóloga, mãe atípica, palestrante, pós graduada em TEA e especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC).
Atuo na psicologia clínica na abordagem da TCC oferecendo suporte individual, para casais e famílias, tanto presencialmente quanto online. Há mais de 15 anos atuo no acolhimento a Famílias no TEA (Transtorno do Espectro Autista) através de grupos de acolhimento e psicoterapia. Recentemente, tornei-me criadora de conteúdo para milhares de seguidores no Instagram @psi.katiacoutrim e no Youtube @katiacoutrim. Seja bem-vindo(a) a uma jornada de crescimento pessoal e conexão familiar, onde cada passo é um avanço em direção uma vida mais equilibrada e satisfatória.
Como posso te ajudar
Terapia Individual
Terapia de Casal
Terapia Familiar
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Transtornos de humor
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Bem estar e qualidade de vida
@ psi.katiacoutrim . Maio 4
“Eu não consigo me priorizar.”
Se tem uma frase que atravessa o setting terapêutico com muita frequência, é essa. E, na maioria das vezes, ela vem da boca de mulheres.
Mulheres que aprenderam cedo, às vezes sem ninguém dizer explicitamente, que cuidar de si é quase um desvio de caráter.
Primeiro os filhos. Depois o parceiro. Depois a casa. Depois o trabalho.
Depois… se sobrar alguma coisa.
E existe uma crença operando aí:
“Só posso olhar para mim quando tudo estiver resolvido.”
Mas a vida não zera. A lista não acaba. O “depois” não chega.
E enquanto você sustenta tudo, algo vai ficando cronicamente negligenciado:
você.
Não é que você não consegue se priorizar. Você foi condicionada a se abandonar sem perceber.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, a gente não trata isso como falta de organização ou “gestão de tempo”.
A gente olha para as crenças que sustentam esse padrão, e começa, aos poucos, a flexibilizar o que parece regra, mas é só aprendizado.
Se priorizar não é egoísmo. É condição básica para continuar existindo com saúde dentro da própria vida e na vida dos outros.
Se você se reconhece nisso, talvez seja o momento de finalmente se incluir na própria equação. E a terapia pode te ajuda, e muito, nesse processo. Pense nisso!
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Kátia Coutrim — Psicóloga • TCC
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@ psi.katiacoutrim . Maio 2
A terapia online já não ocupa mais o lugar de “plano B”.
Ela é uma modalidade clínica sustentada por evidência, especialmente dentro da TCC, que se adapta bem a formatos estruturados e orientados por objetivos.
O que sustenta o processo não é o espaço físico, é a qualidade da relação terapêutica, o manejo técnico e o compromisso com o tratamento.
A tecnologia não substitui a escuta.
Mas pode ser meio para que ela aconteça com consistência.
Isso não elimina critérios: nem todo caso, nem todo momento, nem toda pessoa.
Mas também não reduz a profundidade do trabalho.
A clínica se transforma e acompanhar esse movimento também é parte da ética profissional.
Se você considera iniciar terapia, a modalidade também pode ser pensada como parte do cuidado.
Pense nisso!
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica | TCC
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@ psi.katiacoutrim . Abr 30
Casais raramente brigam pelo que aparece.
O que está em jogo, quase sempre, é o significado que cada um atribui ao comportamento do outro.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, a gente observa isso com clareza:
não é o fato em si que gera a reação emocional, mas a interpretação construída a partir dele.
“Ele não respondeu” pode virar:
👉 “não sou importante”
👉 “estou sendo ignorado”
👉 “isso vai acabar”
E a partir disso… o conflito escala.
Enquanto o casal discute o conteúdo, o vínculo vai sendo afetado pelo que não está sendo dito.
Relacionamento não se sustenta só com comunicação. Se sustenta com compreensão emocional. E isso, muitas vezes, precisa ser aprendido.
A terapia de casal pode ajudar nesse processo.
Pense Nisso!
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica
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@ psi.katiacoutrim . Abr 28
Tem comportamentos que, à primeira vista, parecem incompreensíveis.
Mas na clínica, a gente aprende a olhar diferente: todo comportamento cumpre uma função.
Na Síndrome de Munchausen, o foco não está apenas no “inventar sintomas”.
Está no que isso organiza internamente.
Porque quando alguém não aprendeu a pedir cuidado de forma direta, o corpo (ou a ideia de adoecer) pode virar linguagem.
Não é uma questão de enganar. É tentar ser visto com os recursos que aquela pessoa tem.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, a gente não reforça o ciclo, mas também não reduz a pessoa ao comportamento.
A gente investiga:
– Quais crenças sustentam esse padrão?
– Que necessidades emocionais estão sendo atendidas ali?
– E, principalmente, que outras formas podem ser construídas?
Porque depender da dor para existir no olhar do outro cobra um preço alto demais.
E sim, é possível construir outras formas de vínculo, onde o cuidado não precise vir do adoecimento.
Se esse conteúdo te fez pensar em alguém (ou em você), compartilhe e espalhe informação. Psicoterapia é um espaço seguro para olhar para isso entre outras questões que vão além da aparência.
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica | TCC
#psicoterapia #saúdemental #tcc #comportamento #autoconhecimento #relacionamentos #psicologia #terapia #emoções #vinculo
@ psi.katiacoutrim . Abr 26
Nem toda discussão começa pelo que foi dito.
Muitas começam pelo que foi sentido… e não acolhido.
Quando a conversa vira disputa, a escuta se perde e o vínculo começa a se desgastar.
Relacionamentos não precisam de ausência de conflito, mas de caminhos para atravessá-los sem romper o que importa.
Se isso tem sido frequente, olhar para a relação com mais cuidado pode fazer diferença.
A terapia de casal pode ajudar nesse processo.
Pense Nisso!
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica
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@ psi.katiacoutrim . Abr 24
Baixa autoestima não é só sobre o que você sente.
É sobre como você interpreta, se avalia e responde a si mesmo ao longo do tempo.
Quando esses padrões se repetem, eles deixam de ser pontuais e passam a moldar a forma como você se posiciona na vida.
Mas isso não é definitivo.
É possível desenvolver uma relação mais equilibrada consigo mesmo.
A psicoterapia é um espaço para compreender esses padrões e construir novas formas de se perceber.
Pense Nisso!
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica
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@ psi.katiacoutrim . Abr 22
Essa é a série Ciclos Invisíveis. Toda quarta-feira, um novo olhar sobre padrões emocionais que impactam sua forma de sentir, pensar e viver.
A exaustão emocional costuma ser sustentada por padrões de pensamento rígidos, autocrítica elevada e uma sensação persistente de urgência.
E enquanto esse ciclo não é interrompido, o desgaste continua, silencioso, progressivo e, muitas vezes, invisível.
Pense Nisso!
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica
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@ psi.katiacoutrim . Abr 20
Nem tudo que parece amor constrói um vínculo saudável.
Controle, ciúme excessivo, autoabandono e tolerância ao sofrimento são padrões que, com o tempo, desgastam a relação, mesmo quando vêm disfarçados de cuidado.
Relacionamentos saudáveis não se sustentam em medo, culpa ou anulação.
Se você se reconhece nesses comportamentos, a psicoterapia pode ajudar a compreender essas dinâmicas e construir formas mais equilibradas de se relacionar, individualmente ou em casal.
Pense Nisso!
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica
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@ psi.katiacoutrim . Abr 19
“Eu não consigo relaxar.”
Essa frase aparece muito na clínica e quase nunca tem a ver com falta de tempo ou esforço.
Na maioria dos casos, o que existe é um estado de ativação constante.
Na perspectiva da Terapia Cognitivo-Comportamental, isso costuma estar ligado a alguns padrões:
• Crenças de responsabilidade excessiva (“se eu não me manter atento, algo vai dar errado”)
• Hipervigilância (mente sempre escaneando problemas)
• Dificuldade em tolerar incerteza
• Associação entre descanso e improdutividade ou culpa
Com o tempo, o cérebro aprende que “relaxar” não é seguro.
E aí, mesmo quando o corpo para, a mente continua funcionando como se houvesse algo urgente.
Por isso, não adianta só “mandar desacelerar”.
É preciso intervir de forma estruturada:
• Identificando pensamentos automáticos que mantêm esse estado
• Trabalhando crenças centrais ligadas a controle e responsabilidade
• Treinando o corpo a sair do padrão de alerta
• E, principalmente, mudando a relação com a própria mente
Relaxar não é só parar. É aprender que você pode parar sem que algo desmorone. E isso, na maioria das vezes, não acontece sozinho.
Se você sente que até o descanso virou esforço, talvez seja hora de olhar pra isso com mais profundidade.
A terapia é um espaço para reorganizar esse padrão, com técnica, não com tentativa e erro.
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Kátia Coutrim — Psicóloga | Terapia Cognitivo-Comportamental
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@ psi.katiacoutrim . Abr 17
A mente não acelera “do nada”. Ela aprende, ao longo do tempo, que precisa antecipar, revisar, controlar. E quanto mais você responde a isso tentando resolver tudo mentalmente, mais esse ciclo se fortalece.
Esse é o ponto que muita gente não percebe: não é o pensamento que mantém o problema, é a forma como você responde a ele.
Evitar, engajar, tentar neutralizar, buscar certeza…
Tudo isso parece solução. Mas, na prática, mantém a mente em funcionamento contínuo.
A Terapia Cognitivo-Comportamental atua exatamente aí:
na modificação desses padrões invisíveis que sustentam a sobrecarga mental. Com método, técnica e treino.
Se você se percebe preso em ciclos de pensamento que não desligam,
isso não é algo que você precisa continuar administrando sozinho.
Existe um caminho estruturado para sair disso.
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Kátia Coutrim — Psicóloga | Terapia Cognitivo-Comportamental
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@ psi.katiacoutrim . Abr 15
Ao longo dessa série, falamos sobre coragem, improviso, técnica, exaustão e ferramentas. Mas existe um ponto central que sustenta todos os outros: identidade.
Quando a maternidade, especialmente a atípica, ocupa todos os espaços, é comum que a mulher passe a se perceber exclusivamente pelo que faz.
Isso pode gerar:
– perda de referências pessoais
– dificuldade de reconhecer desejos próprios
– culpa ao priorizar necessidades individuais
– sensação de existir apenas em função do cuidado
Na clínica, trabalhamos para que essa mulher consiga integrar papéis, sem se reduzir a apenas um.
Ser mãe é parte da identidade. Não é a identidade inteira.
Encerramos aqui a primeira temporada de “Ofícios da Maternagem Rara”.
Seguimos, nas próximas semanas, aprofundando outros temas que atravessam o cuidado e a saúde mental.
Kátia Coutrim | Psicóloga Clínica | TCC
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@ psi.katiacoutrim . Abr 13
A Síndrome de Estocolmo costuma ser associada a situações extremas, como sequestros. Mas, na prática clínica, ela aparece de formas muito mais silenciosas e próximas.
Quando existe uma relação marcada por medo, instabilidade e poder desigual, o psiquismo pode construir estratégias para reduzir o sofrimento.
Uma delas é se vincular a quem ameaça. Não como escolha. Mas como tentativa de preservação.
Isso explica por que, em algumas relações, a dor convive com a defesa do outro. Por que a agressão é relativizada. E por que sair não é simples, mesmo quando há sofrimento evidente.
Nomear não é ampliar consciência. Porque só é possível se reposicionar emocionalmente quando aquilo que foi vivido deixa de ser confundido com cuidado.
Psicoterapia não é sobre dizer o que você deveria sentir. Mas te ajudar a entender por que você sente, e, a partir disso, construir novas possibilidades de vínculo.
Kátia Coutrim — Psicóloga • TCC
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